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'''TEOLOGIA MODAL'''   
'''TEOLOGIA MODAL'''   
Área que explora o uso da lógica modal para descrever atributos divinos e suas implicações metafísicas, unindo filosofia medieval e lógica moderna.
Área que explora o uso da lógica modal para descrever atributos divinos e suas implicações metafísicas, unindo filosofia medieval e lógica moderna.
'''AXIOMAS ARBITRÁRIOS''' 
Crítica de Graham Oppy às versões do argumento ontológico de Gödel, que dependem de postulados conceituais não demonstráveis sobre positividade e existência necessária.
'''COMPOSSSIBILIDADE DE PROPRIEDADES''' 
Ideia de que nem todas as propriedades positivas podem coexistir num mesmo ser; um ponto central das objeções de Oppy contra a consistência do sistema de Gödel.
'''CRÍTICA DE PLAUSIBILIDADE''' 
Argumento filosófico que rejeita sistemas lógicos não por inconsistência formal, mas por dependerem de definições metafisicamente duvidosas ou ad hoc.
'''GÖDELIAN ONTOLOGICAL ARGUMENTS''' 
Conjunto de revisões e críticas ao argumento ontológico de Gödel, abordadas por Oppy em 2013, centradas na arbitrariedade das propriedades e na ausência de critério empírico.
'''GRAHAM OPPY''' 
Filósofo australiano contemporâneo, autor de “Ontological Arguments and Belief in God” (2006), conhecido por desconstruir as versões modernas do argumento ontológico sob bases lógicas e epistemológicas.
'''ONTOLOGICAL ARGUMENTS AND BELIEF IN GOD''' 
Obra de 2006 de Graham Oppy que analisa argumentos ontológicos desde Anselmo até as formulações modais contemporâneas, criticando seus pressupostos conceituais.
'''POSITIVIDADE DE PROPRIEDADES''' 
No contexto de Gödel, refere-se ao caráter moral ou ontológico perfeito de um predicado; Oppy critica essa definição como circular e semanticamente arbitrária.
'''REVISÃO GÖDEL-SCOTT''' 
Versão intermediária do argumento ontológico que antecede a reformulação de Anderson, alvo das objeções de Oppy por manter axiomas vagos de positividade e compossibilidade.
'''VALIDAÇÃO FORMAL VS. PLAUSIBILIDADE METAFÍSICA''' 
Dilema levantado por Oppy: um sistema pode ser formalmente consistente, mas filosoficamente implausível, se basear-se em definições conceituais artificiais.
'''VEROSSIMILHANÇA LÓGICA''' 
Critério alternativo sugerido por Oppy para avaliar argumentos modais — a coerência intuitiva e ontológica das premissas, além da consistência matemática.

Edição das 23h43min de 15 de outubro de 2025

AQL – Auctoritas Quasi-Legis Princípio tomista de autoridade moral sem coerção estatal, base do direito natural.

AN-CAP – Anarco-Capitalismo Doutrina que defende a abolição da dependência de indivíduos do Estado e o uso de contratos privados e defesa voluntária.

ARISTOTELISMO TOMISTA Corrente filosófica que une a metafísica de Aristóteles à teologia cristã de Tomás de Aquino, fundamentando a lei natural.

BHA – Bens de Hierarquia Absoluta Conceito escotista: valores que não admitem troca ou subordinação, como a vida e a liberdade.

CATALLAXIA Termo de Hayek para designar a ordem espontânea surgida da livre interação de indivíduos no mercado.

COACTIO Coerção; elemento ausente em sociedades libertárias, substituído por responsabilidade contratual.

DUNS SCOTUS Filósofo escolástico que distingue 'necessidade absoluta' e 'consequente', influenciando debates modernos sobre lógica modal.

ETHOS LIBERTATIS Princípio moral que prioriza a autonomia individual sobre a autoridade política.

IUS NATURALE Direito natural, base do libertarianismo clássico, reconhecido antes de qualquer legislação positiva.

MARGINALISMO Teoria econômica que substitui o valor-trabalho pelo valor subjetivo da utilidade marginal.

NOMOS AUTONOMOS Ordem social baseada em leis emergentes e contratos, sem imposição estatal.

ORDO SPONTANEOUS Ordem espontânea; harmonia natural resultante da cooperação livre sem planejamento central.

PACTA SUNT SERVANDA Princípio jurídico: os contratos devem ser cumpridos, base ética do livre mercado.

PRAXEOLOGIA Ciência da ação humana proposta por Ludwig von Mises; estuda decisões individuais livres de coerção.

PROPERTY AXIOM Postulado de auto-propriedade e apropriação original (Locke-Rothbard).

SCOTISMO MODAL Tradição filosófica que diferencia necessidade metafísica e contingência lógica, antecessora da lógica modal moderna.

SUBSIDIARIEDADE Ideia de que decisões devem ser tomadas no menor nível possível de autoridade, preferencialmente individual.

VOLUNTARISMO Ética baseada na cooperação livre e contratos voluntários em vez de coerção legal.

XOR PRINCIPLE Aplicação cibernética libertária: toda escolha implica renúncia a outra, base da escassez e da responsabilidade.

AXIOMA DE ANDERSON Reformulação do argumento ontológico de Gödel feita em 1990 por C. Anthony Anderson, que redefine as noções de essência (Ess*) e divindade (G*) para evitar o colapso modal.

COLAPSO MODAL Problema lógico identificado por Jordan Howard Sobel em 1987, onde toda verdade (φ) torna-se necessariamente verdadeira (□φ), eliminando a distinção entre contingência e necessidade.

ESSÊNCIA (Ess*) Em Anderson, o conjunto exato de propriedades positivas que definem um ser, e não todas as propriedades positivas possíveis, prevenindo a universalização da necessidade.

EXISTÊNCIA NECESSÁRIA (NE*) Condição reformulada na versão Anderson-Fitting para limitar a propagação da necessidade apenas a entidades com essência definida, preservando a contingência modal.

G* – SER DIVINO Definição revisada por Anderson: o ser que possui exatamente as propriedades positivas por definição, evitando o colapso de Gödel-Scott.

LEIBNIZIANISMO MODAL Vertente metafísica que trata da possibilidade e necessidade em termos de mundos possíveis e essências, inspirando o argumento ontológico moderno.

LÓGICA MODAL S5 Sistema lógico usado nas versões formais do argumento ontológico; permite a equivalência entre “possivelmente necessário” e “necessário”.

PROPRIEDADE POSITIVA No contexto de Gödel, uma característica moral ou ontologicamente perfeita. Anderson redefine esse conceito para impedir a propagação indevida da necessidade.

PROVAS AUTOMÁTICAS DE TEOREMAS Ferramentas como Isabelle/HOL e Leo-II usadas por Benzmüller e Woltzenlogel Paleo para verificar formalmente as versões de Gödel, Scott e Anderson.

VERSÃO ANDERSON-FITTING Reformulação de 1990–2016 que combina as restrições modais de Anderson com a formalização lógica de Melvin Fitting, garantindo consistência e ausência de colapso.

ACCOUNT DISPOSICIONALISTA Interpretação proposta por Alexander Pruss: as possibilidades modais derivam das disposições reais dos seres, e não de mundos possíveis abstratos.

BENZMÜLLER–WOLTZENLOGEL PALEO Pesquisadores que demonstraram computacionalmente, entre 2013 e 2016, a consistência da versão Anderson-Fitting e a inconsistência do modelo Gödel-Scott.

MODALIDADE METAFÍSICA Campo que estuda a diferença entre o que é logicamente possível e o que é ontologicamente necessário, base para os argumentos ontológicos formais.

NECESSIDADE ABSOLUTA Termo escotista que designa verdades imutáveis por natureza, em oposição à necessidade consequente — conceito resgatado por Anderson.

NECESSIDADE CONSEQUENTE Condição derivada de causas ou definições específicas; distinta da necessidade absoluta. Central para restaurar a contingência no sistema modal.

ONTOLOGIA FORMAL Estudo matemático das propriedades do ser e sua representação lógica; base dos argumentos de Gödel e suas variantes computacionais.

φ→□φ Forma simbólica do colapso modal, onde toda proposição verdadeira se torna necessariamente verdadeira; o problema central corrigido na revisão de Anderson.

SCOTISMO COMPUTACIONAL Tendência contemporânea que une as distinções metafísicas de Duns Scotus à lógica formal validada por provadores automáticos de teoremas.

TEOLOGIA MODAL Área que explora o uso da lógica modal para descrever atributos divinos e suas implicações metafísicas, unindo filosofia medieval e lógica moderna.

AXIOMAS ARBITRÁRIOS Crítica de Graham Oppy às versões do argumento ontológico de Gödel, que dependem de postulados conceituais não demonstráveis sobre positividade e existência necessária.

COMPOSSSIBILIDADE DE PROPRIEDADES Ideia de que nem todas as propriedades positivas podem coexistir num mesmo ser; um ponto central das objeções de Oppy contra a consistência do sistema de Gödel.

CRÍTICA DE PLAUSIBILIDADE Argumento filosófico que rejeita sistemas lógicos não por inconsistência formal, mas por dependerem de definições metafisicamente duvidosas ou ad hoc.

GÖDELIAN ONTOLOGICAL ARGUMENTS Conjunto de revisões e críticas ao argumento ontológico de Gödel, abordadas por Oppy em 2013, centradas na arbitrariedade das propriedades e na ausência de critério empírico.

GRAHAM OPPY Filósofo australiano contemporâneo, autor de “Ontological Arguments and Belief in God” (2006), conhecido por desconstruir as versões modernas do argumento ontológico sob bases lógicas e epistemológicas.

ONTOLOGICAL ARGUMENTS AND BELIEF IN GOD Obra de 2006 de Graham Oppy que analisa argumentos ontológicos desde Anselmo até as formulações modais contemporâneas, criticando seus pressupostos conceituais.

POSITIVIDADE DE PROPRIEDADES No contexto de Gödel, refere-se ao caráter moral ou ontológico perfeito de um predicado; Oppy critica essa definição como circular e semanticamente arbitrária.

REVISÃO GÖDEL-SCOTT Versão intermediária do argumento ontológico que antecede a reformulação de Anderson, alvo das objeções de Oppy por manter axiomas vagos de positividade e compossibilidade.

VALIDAÇÃO FORMAL VS. PLAUSIBILIDADE METAFÍSICA Dilema levantado por Oppy: um sistema pode ser formalmente consistente, mas filosoficamente implausível, se basear-se em definições conceituais artificiais.

VEROSSIMILHANÇA LÓGICA Critério alternativo sugerido por Oppy para avaliar argumentos modais — a coerência intuitiva e ontológica das premissas, além da consistência matemática.

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